Véhicules autonomes et robots collaboratifs : des solutions d’avenir en entrepôt
Véhicules autonomes et robots collaboratifs : des solutions d’avenir en entrepôt
Thu 09/08/2018 - 21:01

Veículos autônomos e robôs colaborativos: soluções atuais para os armazéns

Robôs e veículos autônomos sempre foram símbolos de um futuro de ficção científica. Agora, são uma realidade com um potencial considerável para transformar as cadeias industriais e de logística.

A chegada de carros e caminhões autônomos é, sem dúvida, uma das mais importantes revoluções na corrida pela inovação. Anúncios de novos avanços parecem seguir a uma velocidade cada vez maior, e essas tecnologias agora começam a estar ao nosso alcance. Entretanto, ainda há um longo caminho a percorrer antes que esses veículos se tornem comuns nas estradas. “Essas tecnologias precisam ser ajustadas para garantir que sejam totalmente seguras, em todos os contextos”, afirma Philippe de Carné, Diretor de Excelência Empresarial e Inovação da GEODIS. “Mas, acima de tudo, uma série de questões societárias e sociais precisam ser abordadas, como aceitação pública e questões relacionadas às tendências de trabalho. Estamos seguindo bem de perto todas as facetas nesta área. Ao mesmo tempo, um número crescente de tipos de equipamentos operacionais está usando essas tecnologias em unidades de trabalho e armazéns.”

Na verdade, o Relatório Anual do Setor de MHI de 2017 mostra que a implementação dessas tecnologias sem motorista já começou: 8% dos entrevistados já usam veículos sem motorista ou drones, e cerca de 30% planejam usá-los nos próximos 5 anos.

Adoção de tecnologias de drones e veículos sem motorista ao longo de mais de 6 anos

Ainda há riscos às tecnologias de direção autônoma. Entretanto, são muito mais fáceis de controlar em determinados ambientes, como em unidades de trabalho e armazéns dedicados. As tecnologias sem motorista agora são usadas normalmente para movimentação de mercadorias, preparação de pedidos e até para realizar inventários. Elas contam com a última geração de sensores, câmeras e inteligência artificial para encontrar o caminho ideal para um destino desejado - em interface com os sistemas de informação da empresa, interagindo com os funcionários, navegando por obstáculos e reajustando seus trajetos. Mais importante, elas realizam essas operações mantendo distâncias seguras de pessoas e ativos ao seu redor.

Abaixo, descrevemos quatro exemplos de como a tecnologia sem motorista está sendo usada nos depósitos da GEODIS.

Empilhadeira autônoma

O progresso em VGAs (Veículos guiados automaticamente) para este tipo de equipamento vem acontecendo há algum tempo, mas tem permanecido insatisfatório até agora. Anteriormente eram muito caros, muito complexos para serem implementados e não eram flexíveis o suficiente. “Para resolver, a GEODIS atualmente está trabalhando no desenvolvimento de uma empilhadeira autônoma com as mais avançadas tecnologias de orientação e inteligência artificial”, explica Carné. “Este projeto pode aumentar consideravelmente a produtividade, mas também pode melhorar as condições de saúde e segurança no trabalho, reduzindo o esforço dos funcionários e simplificando os movimentos.”

Robô autônomo de coleta de pedidos

A empilhadeira é uma ferramenta adequada para cargas pesadas, quando se trata de manusear pallets inteiros ou grandes embalagens. Mas a expansão do comércio eletrônico gerou uma explosão de pequenas encomendas enviadas para armazéns com um número muito elevado de SKUs (stock keeping units [unidades de manutenção de estoque]), causando rotas de processamento cada vez mais longas.

Para enfrentar esses novos desafios, a GEODIS introduziu robôs autônomos menores, que são implantados em frotas. Ao invés de cruzar um armazém inteiro, empurrando um carrinho pesado, uma zona é atribuída a cada coletor de pedidos (um conceito conhecido como “coleta por zonas”). O robô segue uma rota otimizada entre as estações, dependendo do pedido que está sendo processado e posteriormente retorna à sua base para embalagem final e envio ao consumidor. O diálogo entre o robô e o coletor ocorre por meio de interfaces muito fáceis de usar e da capacidade da máquina de reconhecer o colaborador. Essa abordagem permitiu que a GEODIS duplicasse a produtividade das suas equipes, reduzindo a fadiga dos colaboradores.

Les « Cobots » , robots collaboratifs

“Cobots”: robôs colaborativos

Embora a automatização já exista nos armazéns há algum tempo, ainda é limitada devido aos níveis muito altos de investimento necessários e à total falta de flexibilidade oferecida. As nossas cadeias de abastecimento precisam ser cada vez mais ágeis. Portanto, os “cobots” oferecem um tipo de automação muito mais adaptável.

Esses novos robôs oferecem inúmeras opções diferentes: são menos potentes (e, portanto, menos perigosos), são capazes de movimentos mais complexos, equipados com vários sensores, capacidade de memória e podem ser instalados rapidamente em uma nova configuração de estação de trabalho. Na fase de aprendizado, o braço do robô é orientado por um operador humano para que possa memorizar os movimentos que precisará realizar. Em seguida, o “cobot” é capaz de executar a tarefa necessária diretamente. Esses robôs são ideais para tarefas repetitivas simples, possibilitando que o colaborador dedique seu tempo a operações de maior valor agregado, que são menos árduas.

Rethink Robotics

Por exemplo, a GEODIS liberou o robô Sawyer, um braço robótico de 7 eixos da Rethink Robotics, para uso em um dos seus armazéns italianos para realizar operações de montagem e embalagem de kits.

Drones

Devido à sua dimensão extremamente futurista, os drones estimulam a imaginação com seu potencial para entregas aéreas. Atualmente, o número de projetos testados em campo é incontável. Entretanto, o último quilômetro em uma entrega ainda está longe de ser uma realidade operacional devido a razões de segurança e limitações físicas (peso e distância) que influenciam as capacidades dessas máquinas em termos do transporte de itens. Mas, em paralelo às aplicações operacionais de drones aéreos, em campos como vigilância ou segurança, a GEODIS desenvolveu uma aplicação inovadora em inventário automatizado. “Junto a nosso parceiro Delta Drone, resolvemos vários problemas complexos”, explica de Carné. “Incluindo a vida útil da bateria, o controle automatizado de dentro da instalação e a capacidade de capturar imagens em alta resolução. Com esta solução única, conseguimos realizar inventários automatizados durante o horário de fechamento, e fazê-lo a um custo muito baixo.” Este drone de inventário, agora na fase de produção industrial, pode ser implantado em qualquer depósito, sob demanda.

Mesmo se ainda estivermos um pouco longe de ter caminhões ou drones sem motorista entregando pacotes, a robotização e a proliferação de equipamentos autônomos se tornaram uma realidade operacional. Essas tecnologias trazem consigo o benefício adicional de aumentos muito significativos em produtividade e confiabilidade, bem como uma redução nos riscos de saúde e segurança para o nosso pessoal humano.

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